sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O(A) Estadista que o Brasil ainda não gerou...La(A)/Al) Politikisto kiun Brazilo celumas ne generis...

O Brasil ainda não gerou um(a) Estadista com caráter futurista e que crie conexões entre as questões mais candentes do país, da administração pública e da sociedade como um todo.


Quem possui a visão de que deveríamos ter duas missões essenciais: fomentar a criação de pequenas e médias cidades pelo interior do Brasil e fomentar um comércio intensivo com a África como um todo subsidiando-a adequadamente em seu desenvolvimento humano doravante?


Fazer emergir, dialogando com o país, a nação, o povo, um Brasil novo dentro do Brasil existente. Sem exclusão da realidade dos que no litoral vivem.


Sem crescimento demográfico desordenado que aproveita brechas em megaprojetos desse tipo para emergir. Sem repetir o padrão empresarial comum (capitalista) e sim embasado num padrão empresarial de empreendimentos coletivos fecundados pela economia solidária, economia de comunhão, cooperativismo, mercado ético, comércio justo e solidário, empresas de participação comunitáiria. Não se tocaria na índole de quem empreende segundo o tradicional da coisa ao longo do denso litoral superpovoado.


Não se trata de ignorar a China nem o Mercosul mas focar as milhares de comunidades locais do continente africano em suas necessidades básicas. Exportar produtos essenciais à estruturação de vida lá nos lugares onde há abundância de carências.


Claro que,  numa situação futura a médio prazo essas coisas haveriam de ser produzidas lá também, lá principalmente. Imitando o modelo empresarial solidário.


E o intercâmbio efetuado, sobretudo por fábricas situadas nas centenas de cidadezinhas brasileiras inovadoras, se faria sem o pressuposto de antes: vamos lá ajudá-los a desenvolve-los. E sim: vamos lá criar juntos um novo, realmente novo, modo de fazer o desenvolvimento lá e cá.


E não só fábricas nessa missão, fazendas, lojas, escolas, agências, etc. Mas apenas negócios capazes de subsidiar o progresso dos povos lá e cá. ONGs, OSCIPs, Fundações, etc.


Dá pra fazer isso sem estatizar a economia? Sim, nós podemos! Com regulação forte, incentivos fiscais, financiamentos, etc.


Sobretudo com a criação de uma original visão assim, o compartilhamento dela em todas as instâncias da sociedade e do governo.


É...mas isso só um(a) Estadista daria conta de fazer. E pelo que se sonda nos discursos de tantos: sobra boa vontade mas falta um olhar que resgate o melhor do desenvolvimento econômico (a livre iniciativa, o empreendedorismo, a propriedade privada com função social), o melhor do ideal de justiça social e o melhor da compreensão ambiental disso tudo.


Uma tal visão eu diria que é socialista solidária sustentável.


Oxalá que um Estadista potencial se aproprie disso e amadureça-a.




Brazil has not yet generated (a) Statesman with futuristic character and to create connections among the most burning issues of the country, government and society as a whole.

Who holds the view that we should have two key tasks: fostering the creation of small and medium sized cities in the interior of Brazil and foster an intensive trade with Africa as a whole subsidizing it properly in their human development now?

Do emerge, dialoguing with the country, the nation, the people, a new Brazil within Brazil existent. Without excluding the reality of those who live on the coast.

Without population growth that takes advantage of loopholes in cluttered mega projects of this type to emerge. Without repeating the pattern common business (capitalist), but grounded in a pattern of entrepreneurial ventures fertilized by the collective economy, economy of communion, cooperatives, marketing ethics, fair trade, corporate participation Community.


 Do not touch the character who embarks in a traditional thing along the dense coastal overpopulated.

This is not China nor ignore Mercosur but focus on the thousands of local communities of the African continent in their basic needs.Export products essential to the structuring of life there in places where there are plenty of needs.

Of course, a future situation in the medium term these things were to be produced there as well, especially there. Mimicking the business model of solidarity.

And the exchange is carried on mostly by factories in the hundreds of innovative Brazilian towns, would be without the assumption before: let's go help them develop them. And yes: come together to create a new, truly new way of doing development here and there.
And not only that mission factories, farms, shops, schools, agencies, etc.. But only businesses capable of supporting the advancement of people there and here. NGOs, OSCIPs, Foundations, etc..

Can you do that without nationalizing the economy? Yes we can!With strong regulation, tax incentives, financing, etc..

Especially with the creation of an original vision as well, sharing it at all levels of society and government.

Yes ... but only one (a) Statesman would report to. And by that probe in the speeches of many: but there remains a willingness to look to rescue the best of economic development (free enterprise, entrepreneurship, private property with social function), the best of the ideal of social justice and the best of environmental understanding it all.

Such a view I would say it is sustainable socialist solidarity.

Hopefully a potential statesman to take ownership of it and mature it.

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